Escrito por Elton Melo
Categoria:

Um ramo da teoria econômica e das ciências administrativas, diz que o ser humano é racional e que basta colocar a razão para funcionar e, pronto, as coisas acontecerão naturalmente. Mas o mundo é cheio de desafios e oportunidades. O ser humano não é tão racional quanto os manuais científicos gostariam. Há uma frase interessante, que diz que na tomada de decisões "os homens tomam somente suas necessidades em consideração, nunca as suas habilidades". O ser humano é um conjunto de emoções, sentidos e momentos e quem deseja ser um excelente administrador ou líder, deve sempre ter a noção que o sucesso está em lidar com PESSOAS e não com COISAS.

Escrito por Pr. Nélio Silva, Homens de Valor/MPC
Categoria:

A realidade é que a maioria dos nossos homens não tem uma vida devocional consistente. Pouquíssimos tem pensado no que realmente significa amar as suas esposas como Cristo amou a igreja. Como conseqüência os homens não tem pensado em preencher as necessidades de suas esposas ou aplicar a ordem paulina de I Corintios 13:4-8. A maioria dos homens não tem um plano de discipular os seus filhos e nem a mínima idéia do que significa ser líderes espirituais em suas famílias. Menos de 10% estão ativamente buscando compartilhar a sua fé com amigos não cristãos, parentes e colegas de trabalho etc. Veja, abaixo, três razões para ter um ministério de homens que funcione na Igreja:

Escrito por Daniel Machado
Categoria:

Um modelo masculino, que surgiu nos últimos 20 anos e que retrata bem as transformações da virilidade, são os chamados “metrossexuais”. São homens – provenientes dos centros urbanos e das grandes metrópoles – excessivamente preocupados com a aparência, que assumiram um mercado até então exclusivamente ocupado por mulheres, como os salões de beleza e as clínicas de estética. Eles pintam a unha, fazem a sobrancelha, depilam o corpo, gastam horas em frente ao espelho e não fazem economia quando o assunto é beleza e cosméticos.

Escrito por Elton Melo
Categoria:

Há diversas parábolas na Bíblia, usadas para nos exemplificar alguns conceitos, que de outra forma, teríamos dificuldade de compreender. Jesus, ao vir a este mundo tem um propósito de nos mostrar o PAI. Jesus é a revelação do caráter, do pensamento e da ação do Pai para os povos e nações. Uma das maiores características de Deus Pai, é que ele é cheio de terna misericórida. O Senhor tem prazer em exercer sua misericórida (Deus não me dando o que eu mereço), como expressa em Miquéias 6.18: "… O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia”. No evangelho de Lucaas há 22 versículos que nos revelam que Deus é compassivo e misericordioso Lucas. Dentre eles, os que mais eu gosto, são os registrados em Lucas 15.11ss conhecida como a parábola do Filho Pródigo, que envolve três personagens importantes: o filho mais velho, o filho mais novo e o Pai Misericordioso.

Escrito por Daniel Machado
Categoria:

Por longos séculos a identidade masculina esteve ligada à sua virilidade. A imagem do homem herói, guerreiro, combatente, caçador, conquistador e protetor permeou as diversas culturas e plasmou a figura dele na história. No entanto, os especialistas afirmam que este modelo está em declínio. O homem moderno trocou a aparência viril por uma mais estética e delicada, quase beirando à imagem feminina. Há quem diga que isso é apenas uma questão cultural, um tipo de estereótipo que acompanhou o modelo patriarcal ao longo dos anos; contudo, não se pode negar que estas mudanças estão colocando o homem numa verdadeira berlinda existencial.

Quando falamos sobre a crise da masculinidade, apoiamo-nos no fenômeno da transição que tem acontecido no mundo masculino no decorrer do tempo e, como em toda mudança, podemos contemplar fatos positivos dessa realidade e outros nem tanto.

Confira no vídeo abaixo o primeiro bloco da reportagem

Mas afinal o que é ser homem? Como, na cultura atual, eles podem se diferenciar das mulheres?

“A mulher é mensalmente lembrada, no seu corpo, de que ela é mulher, e isso a ajuda muito na sua condição feminina. O homem não tem nenhum evento corpóreo que venha em seu socorro neste sentido; por isso ele fica na dependência de ritos sociais e culturais que cumpram esta função. Em alguns povos primitivos estes rituais ainda funcionam maravilhosamente bem, mas, na nossa sociedade moderna, esses ritos de iniciação masculina se perderam”, enfatiza o psicoterapeuta Alberto Pereira Lima Filho.

Crise da Masculinidade, destrave

Padre Paulo Ricardo, em entrevista para o Destrave

Segundo padre Paulo Ricardo, sacerdote da Arquidiocese de Cuiabá (MT), que tem debatido o tema em palestras pelo Brasil afora, a crise da masculinidade consiste em que o jovem rapaz já não consegue se distanciar muito do mundo feminino. “O ser homem não está somente relacionado aos hormônios masculinos, mas à sua missão de se afastar do mundo feminino e, depois, voltar para protegê-­lo. O que acontece hoje é que o homem não quer mais se afastar deste feminino e, por isso, não tem cumprido a sua missão de ser homem”, afirma o sacerdote.

A ideologia de gênero e o movimento feminista

Na vanguarda da crise da masculinidade estão os grandes movimentos de desconstrução dos sexos, como o feminismo radical e a ideologia de gênero. Esta polêmica foi levantada por uma famosa feminista chamada Camille Paglia, que, em entrevista a uma conhecida revista brasileira, disse que o feminismo foi duro demais com os homens. Segundo Paglia, ao exigir espaço num mundo que pertencia exclusivamente aos homens, as mulheres acabaram os colocando numa verdadeira encruzilhada. “As mulheres pedem aos homens que eles sejam o que não o são e, quando eles se tornam o que não são, elas não os querem mais”, declarou.

A importância da autoridade paterna

As tristes consequências da ausência paterna

10 dicas para uma paternidade mais saudável

“O que acontece hoje é que os movimentos feministas colocaram na cabeça das pessoas que ser homem é ruim, ser homem é ser um opressor, e que o bonito é ser delicado. Enquanto antigamente o rapaz recebia estímulo do pai e da própria sociedade para ser homem, hoje o rapaz se sente culpabilizado com a ideia de que ser homem é ser um opressor”, ressalta padre Paulo Ricardo.

De acordo com a socióloga Arlene Denise, a ideologia de gênero ajudou a confundir ainda mais os papéis do homem e da mulher na sociedade. “A criança e o adolescente precisam fazer um caminho árduo de identificação com a figura masculina para se tornarem homens. O que acontece é que a ideologia de gênero vem e diz para este adolescente e esta criança que eles podem ser o que quiserem, e isso confunde muito a cabeça dos meninos”, alerta a socióloga.

Metrossexualidade

"Eu gasto mil reais por mês em cosmético", afirma Rogério Azor / Foto: reprodção

Um modelo masculino, que surgiu nos últimos 20 anos e que retrata bem esta crise do homem moderno, são os chamados metrossexuais. São homens – provenientes dos centros urbanos e das grandes metrópoles – excessivamente preocupados com a aparência, que assumiram um mercado até então rigorosamente ocupado por mulheres, como os salões de beleza e clínicas de estética. Eles pintam a unha, fazem a sobrancelha, depilam o corpo, gastam horas em frente ao espelho e não fazem economia quando o assunto é beleza e cosméticos.

Para Rogério Azor Bocalari, cinegrafista e metrossexual assumido, o homem que se preocupa com a aparência faz parte de uma cultura que tem crescido a cada dia, por isso as clínicas de beleza estão investindo mais nesse segmento. “Eu conheço muita gente que critica e diz que as coisas que eu faço para melhorar minha aparência são referentes ao comportamento feminino. Mas eu discordo dessas pessoas, porque elas ainda têm na mente a ideia de que o homem é aquele cara ‘ogro’ e ‘antigão’”.

Segundo a socióloga Arlene Denise, a metrossexualidade é um reflexo da nossa cultura narcisista e consumista. “Nós vivemos numa cultura em que as pessoas precisam o tempo todo ser vistas; para isso, precisam consumir. A nossa mídia está a serviço da cultura do consumo, porque, quanto mais vaidoso um homem for, tanto mais ele vai gastar com salão de beleza, academia, depilação e cosméticos de todos os tipos”, recorda Arlene.

Confira no vídeo abaixo o 2º bloco da reportagem

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, só nos últimos cinco anos cresceu em 93% a frequência de homens em clínicas de estética e salões de beleza no país. Uma pesquisa norte-americana também revelou que os homens estão investindo mais tempo e dinheiro com a aparência: eles consomem, em média, 22 minutos diários em frente ao espelho e quase dois mil reais mensais em produtos de beleza. 72% deles disseram se sentir mais pressionados pela sociedade em relação à aparência do que há 10 anos.

A crise da paternidade

De acordo com especialistas no assunto a crise da masculinidade desemboca numa outra crise: a da paternidade. Mas qual a importância da figura paterna para uma pessoa?

Crise da masculinidade, Destrave

Dr. Alberto Pereira Lima Filho, em entrevista para o Destrave / Foto: reprodução

“O pai apresenta ao filho o mundo ordenado, que tem leis, regras, costumes e ética e a noção do outro. O avesso disso é desastroso, é o que chamamos de psicopatia, que é justamente a ausência de senso de limite, de regra e da falta da noção do outro na psique”, informa o psicólogo Alberto Pereira Lima.

Segundo o especialista, as pessoas não estão “à deriva” de um pai, mas, muitas vezes, têm um pai “disfuncional”, ou seja, desajustado e inoperante. “A presença de um pai ‘disfuncional’ grita mais do que a ausência física de um pai, porque ele vai funcionar como um parâmetro para a construção de um ser de conduta problemática e desviante”, destaca o psicólogo.

A reflexão do doutor Alberto está de acordo com estudos realizados nos Estados Unidos, os quais mostram que, neste país, uma em cada três crianças vive sem o pai biológico ou sem referência paterna em casa. Os números das pesquisas revelaram que, nos lares sem a presença do pai, as chances de as crianças viverem na pobreza são quatro vezes maiores. Revelaram também que elas apresentam níveis mais elevados de comportamento agressivo. E que a mortalidade infantil entre esse público é duas vezes maior e que estão mais propensas à delinquência e a ter problemas com a lei. Os números também mostraram que as jovens que crescem sem a presença paterna têm sete vezes mais probabilidade de engravidar na adolescência e maior probabilidade de sofrer maus-tratos e negligência. E estão mais propensas ao uso e ao abuso de álcool e drogas. E duas vezes mais suscetíveis à obesidade e ao abandono dos estudos.


Fonte: http://destrave.cancaonova.com/a-crise-da-masculinidade